Sefirát HaÔmer

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O Ômer era uma oferta da ceifa de cereais levada ao Templo a partir do segundo dia de Pêssaḥ (Levítico 23:9-14).

Há um mandamento adicional de que, desde o dia em que o Omer foi trazido, sete semanas seriam contadas e, no 50º dia seria celebrada uma festa (Levítico 23:15-21). Essa festa foi mais tarde chamada de Shavuot, “a Festa das Semanas”, que ocorre no dia seguinte ao final da contagem do Omer que dura 49 dias ou sete semanas.

Entre as muitas interpretações dadas para a contagem do Ômer, está o fato de conectar o êxodo do Egito em Pêssaḥ à Entrega da Torá em Shavuot. Um indivíduo livre ou um povo livre, ao se recordar dos tempos de servidão e opressão, conta os dias que faltam para celebrar a liberdade.

Na Idade Média, o período de Ômer simbolizou tristeza e luto, em boa parte por conta dos tempos sombrios da Inquisição. Até o 33o dia de Ômer (Lag Baômer) não se costuma marcar casamentos e fazer visitas ao cemitério. Alguns judeus deixam de cortar o cabelo e de fazer a barba, em sinal de luto.