Bar-Mitzvá / Bat-Mitzvá


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Quando um jovem judeu chega aos 13 anos e uma jovem judia chega aos 12 anos, eles se tornam respectivamente um Bar-Mitzvá e uma Bat-Mitzvá. Em outras palavras, eles se tornam Filhos da Aliança, assumem a responsabilidade pelo cumprimento das mitzvot e por levar adiante as tradições e os costumes judaicos.

A cerimônia de Bar-Mitzvá tal como conhecemos hoje é uma tradição que vem se desenvolvendo há cerca de 600 anos.

 A cerimônia de Bat-Mitzvá surgiu no início do séc. XX. A primeira jovem a se tornar uma Bat-Mitzvá foi Judith Kaplan z”l, filha mais velha do rabino Mordecai Kaplan, no dia 18 de março de 1922, aos 12 anos, na sinagoga do seu pai: a Sociedade para o Avanço do Judaísmo, em Nova York.

De lá para cá, a preparação e as cerimônias de Bar e Bat vêm se tornando cada vez mais semelhantes na medida em que as mulheres conquistam espaço na vida sinagogal. O quanto uma mulher pode “aprender e fazer” depende do quanto a sua congregação está empenhada em promover práticas religiosas igualitárias.

Costuma-se dividir a cerimônia em diferentes momentos da semana. Em Shaḥarit (serviço matutino) de 2a feira ou 5a feira é feita a colocação de talit e tefilin e a primeira aliá na Torá; na 6a feira a partir do entardecer o/a jovem é convidado/a a liderar parte do serviço de Kabalat Shabat. Já no sábado de manhã (shaḥarit) ou à tarde (minḥá) de Shabat, além de se envolver com o talit, o/a jovem dirige boa parte das rezas e lê na Torá. A partir desta semana, nas sinagogas igualitárias o jovem judeu / a jovem judia passam a ser parte do minián, o quorum mínimo de dez judeus para a plena realização de uma reza comunitária.

No caso das meninas, na maioria das congregações dos movimentos Reformista e Masorti (conservador) elas têm o direito de realizar os mesmos serviços que os meninos. O entendimento destes movimentos é que, segundo a Halaḥá, a Lei Judaica, embora a mulher não tenha a obrigação de cumprir estas mitzvot, ela pode fazê-lo se assim o desejar.